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Um homem, ao descobrir uma traição, mata os próprios filhos. Era 2026, dias antes do Carnaval. Diante de um crime dessa natureza, o que realmente deveria nos preocupar? A suposta “destruição” emocional causada por uma mulher? Sadismo individual? Falência moral? Cultura da violência? Transtorno de personalidade?
Nada disso pode servir como explicação que suavize o horror. Nenhuma traição, nenhuma dor narcísica, nenhuma humilhação pública transforma assassinato de crianças em algo compreensível. O crime contra dois filhos é absoluto. Ele não nasce da honra, nem do amor ferido, nasce da incapacidade de lidar com frustração sem recorrer à destruição.
Quando parte da sociedade tenta relativizar esse tipo de ato, deslocando a culpa para a mulher ou para circunstâncias emocionais, algo ainda mais grave acontece: normaliza-se a violência como resposta legítima ao sofrimento. Justificar o mal não apenas distorce valores, ele cria terreno para que outros se sintam autorizados a agir da mesma forma. A apologia ao crime já é crime; mas, no campo moral, ela é ainda mais corrosiva, pois amplia o dano ao incentivar novos agressores.
O criminoso já destruiu sua própria vida e a de suas vítimas. Quem o justifica contribui para a perpetuação da mesma lógica de ódio e irresponsabilidade. Nenhuma narrativa de “honra”, “dor masculina” ou “desespero” pode se sobrepor ao princípio básico da civilização: crianças são invioláveis.
Se existe algo a ser combatido aqui, não é a traição, é a cultura que transforma frustração em violência e tenta vestir barbárie com o nome de justificativa.

A chamada regressão a vidas passadas não surgiu de forma direta como uma técnica espiritual, mas evoluiu a partir da prática da hipnose clínica, especialmente da regressão de memória.
No século XIX, médicos e pesquisadores como Franz Anton Mesmer e, mais tarde, James Braid, começaram a estudar estados alterados de consciência.
Com o avanço da hipnose terapêutica, percebeu-se que o paciente, em transe, conseguia acessar memórias antigas, inclusive da infância, com forte carga emocional.
A princípio, a regressão era usada para:
No início do século XX, alguns hipnoterapeutas observaram que certos pacientes, ao serem conduzidos a regressões profundas, relatavam experiências que não pertenciam à sua vida atual, descrevendo cenários históricos, personagens e emoções intensas.
Esses relatos passaram a ser interpretados de diferentes formas:
A técnica, então, passou a ser conhecida como regressão de vidas passadas (RVP).
A obra de Carl Gustav Jung teve forte influência nessa interpretação.
Jung não falava em vidas passadas literalmente, mas defendia a existência do inconsciente coletivo, composto por arquétipos e conteúdos universais.
Segundo essa visão, muitas imagens acessadas em regressão poderiam ser:
✔ símbolos
✔ metáforas psíquicas
✔ narrativas arquetípicas
Ou seja, o valor estaria no significado psicológico, não na veracidade histórica.
A técnica ganhou popularidade a partir da segunda metade do século XX, com terapeutas como:
Esses profissionais relataram melhoras clínicas em pacientes que, durante a regressão, ressignificavam experiências emocionais profundas
independentemente de serem memórias reais ou simbólicas.
Na Psicologia e na Hipnose científica atual:
O foco terapêutico não é “provar” a existência de vidas passadas, mas:
✔ acessar emoções profundas
✔ ressignificar traumas
✔ promover reorganização psíquica
Na consulta, o paciente chega com uma queixa, um incômodo, um bloqueio, uma dor emocional ou física que muitas vezes ele nem sabe explicar direito. Primeiro, acontece a conversa: escuta, acolhimento e entendimento do que está sendo vivido no presente. Depois, o corpo é relaxado e a mente entra em um estado profundo de atenção e segurança. Nesse momento, o inconsciente começa a se expressar, trazendo memórias, sensações ou imagens ligadas à origem do problema( Aqui a Regressão Acontece ). O terapeuta conduz o processo para que essas experiências sejam compreendidas, ressignificadas e integradas. Ao final, o paciente retorna consciente, geralmente com alívio, clareza e uma nova relação com aquilo que antes causava sofrimento.
Imagine o seguinte:
uma pessoa fecha os olhos, relaxa profundamente… e, de repente, começa a relatar cenas, emoções e histórias que não parecem pertencer à sua vida atual.
Ela sente medo, amor, perdas, escolhas. E tudo isso vem com uma intensidade real.
Foi assim que tudo começou.
No século XIX, médicos começaram a perceber algo curioso: quando alguém entrava em um estado profundo de relaxamento , o que hoje chamamos de hipnose
A mente se tornava extremamente criativa, sensível e aberta.
As pessoas conseguiam lembrar da infância, de momentos esquecidos, de dores antigas…
Era como se a mente abrisse gavetas emocionais trancadas há anos.
Muitas vezes essas gavetas que você sabe que existem… te travam e causa medos incompreensíveis
Mas, em alguns atendimentos, algo diferente começou a acontecer.
Quando o terapeuta pedia para a pessoa voltar ainda mais no tempo, ela não parava na infância.
Ela descrevia:
E o mais intrigante:
as emoções vinham acompanhadas de alívio, choro, compreensão e cura.
Alguns terapeutas começaram a se perguntar:
“E se essas memórias não forem apenas imaginação?”
Outros diziam:
“Mesmo que não sejam reais, elas estão curando algo real.”
Foi aí que nasceu o nome regressão de vidas passadas.
Para alguns, essas experiências representam lembranças de outras existências.
Para outros, são histórias simbólicas criadas pela mente, usadas para expressar emoções profundas.
No que você acredita?
O fato é que todos concordavam em algo:
quando a pessoa compreendia aquela história, algo dentro dela mudava.
A dor, o medo a angustia… Puffff Sumia!
Psicólogos como Carl Jung já diziam que a mente humana guarda imagens universais
heróis, perdas, renascimentos, escolhas
que aparecem em sonhos, mitos… e também na hipnose.
Durante a regressão de Vidas passadas, a mente usa essas imagens para contar uma história que precisa ser ouvida.
E quando essa história é entendida, o sofrimento perde força.
NÃO COMO MAGINCA, MAS COMO MUDANÇÃO
Com o tempo, terapeutas perceberam que a grande pergunta não era:
“Isso aconteceu mesmo?”
Mas sim:
“O que isso está querendo me mostrar?”
VEJA… VOCÊ SOFRE COM:
Medos,
bloqueios,
padrões repetidos,
dores sem explicação…
Você Precisa reviver essa narrativa de forma profundas.
A regressão de vidas passadas não busca provar nada.
Ela busca sentido, compreensão e transformação.
Se a história veio de outra vida…
ou se nasceu dentro da própria mente…
o mais importante é:
o impacto que ela gera no presente.
E é por isso que, até hoje, essa técnica continua despertando curiosidade, emoção e
em muitas pessoas
mudanças reais.
Texto por: TON RIBEIRO, Especialista em regressão de vidas passadas.





Enquanto a moda insistia em juventude, perfeição e excesso,
ele fez o oposto:
reduziu, silenciou, expôs.
Nos anos 80 e 90, a fotografia de moda vivia de artifício:
pele polida, poses duras, imagens fabricadas para vender fantasia.
Lindbergh entra nesse cenário como um corpo estranho.
Preto e branco.
Pouca maquiagem.
Luz crua.
Ele recusava o retoque.
negava transformar mulheres em produto plástico.
Recusava fingir que o tempo não existe.
Sua fotografia não prometia perfeição.
foi fotografar as mulheres mais belas… mulheres já consagradas
e ele não buscou estética.
ele Foi simbólico.
Ali nas suas fotos não estavam corpos jovens competindo entre si,
mas mulheres ocupando espaço, com história, idade, marcas e identidade.
Lindbergh fotografava contra a lógica do consumo.
Contra a ideia de sedução.
Ele mostrava algo que na época era raro:
mulheres que não pedem aprovação.
Cabelo jogado ao vento, mãos aleatórias, sem exibição exagerada ou curvas forçadas no corpo.
Isso confronta o olhar acostumado ao excesso.
E nem todo mundo suporta esse confronto.
mas as fotos de Lindbergh não era para qualquer pessoa
A fotografia de Lindbergh exigia maturidade… de quem era fotografado
e mais, muito mais maturidade de quem olhava.
Não agradava marcas que vendem ilusão.
Não agradava quem queria parecer algo que não é.
Não agradava exageros.
Sua imagem não precisava de explicação.
Ela Revelava pessoas, com sorrisos, com beleza, com naturalidade.
E revelação sempre incomoda. Muitos acham simples, básico de mais, bagunçado de mais
mas
Peter Lindbergh não criou imagens para todos.
Criou imagens para quem entende que presença vale mais que perfeição.
E talvez seja por isso que, até hoje,
suas fotografias não envelhecem.
Porque não falam de tendência.
Falam de pessoas. De verdade de poder pessoal. e esse poder só se revela na individualidade de cada pessoa.

Fotografo e criador de editorias para marcas pessoais! Me deixe analisar um perfil de comunicação…
Ton Ribeiro
Trabalhar a imagem pessoal não é criar um personagem.
É alinhar o que você é com o que o outro percebe.
Imagem não começa na roupa, na pose ou na foto.
Começa na identidade — e se sustenta na verdade.
Quando a imagem é construída só para agradar, ela cansa.
Quando é construída a partir de quem você é, ela permanece.
Ton Ribeiro defende uma imagem que não promete o que não entrega.
Uma imagem que não grita, mas se impõe.
Que não seduz pelo excesso, mas pela coerência.
Porque pessoas confiam em quem é legível.
E autoridade nasce quando forma, discurso e presença falam a mesma língua.
Cuidar da sua imagem não é vaidade.
É responsabilidade com a mensagem que você deixa no mundo.
Fotografo de posicionamento de imagem em Recife-Pernambuco. Solicite um conversa.