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Um homem, ao descobrir uma traição, mata os próprios filhos. Era 2026, dias antes do Carnaval. Diante de um crime dessa natureza, o que realmente deveria nos preocupar? A suposta “destruição” emocional causada por uma mulher? Sadismo individual? Falência moral? Cultura da violência? Transtorno de personalidade?
Nada disso pode servir como explicação que suavize o horror. Nenhuma traição, nenhuma dor narcísica, nenhuma humilhação pública transforma assassinato de crianças em algo compreensível. O crime contra dois filhos é absoluto. Ele não nasce da honra, nem do amor ferido, nasce da incapacidade de lidar com frustração sem recorrer à destruição.
Quando parte da sociedade tenta relativizar esse tipo de ato, deslocando a culpa para a mulher ou para circunstâncias emocionais, algo ainda mais grave acontece: normaliza-se a violência como resposta legítima ao sofrimento. Justificar o mal não apenas distorce valores, ele cria terreno para que outros se sintam autorizados a agir da mesma forma. A apologia ao crime já é crime; mas, no campo moral, ela é ainda mais corrosiva, pois amplia o dano ao incentivar novos agressores.
O criminoso já destruiu sua própria vida e a de suas vítimas. Quem o justifica contribui para a perpetuação da mesma lógica de ódio e irresponsabilidade. Nenhuma narrativa de “honra”, “dor masculina” ou “desespero” pode se sobrepor ao princípio básico da civilização: crianças são invioláveis.
Se existe algo a ser combatido aqui, não é a traição, é a cultura que transforma frustração em violência e tenta vestir barbárie com o nome de justificativa.
Imagine o seguinte:
uma pessoa fecha os olhos, relaxa profundamente… e, de repente, começa a relatar cenas, emoções e histórias que não parecem pertencer à sua vida atual.
Ela sente medo, amor, perdas, escolhas. E tudo isso vem com uma intensidade real.
Foi assim que tudo começou.
No século XIX, médicos começaram a perceber algo curioso: quando alguém entrava em um estado profundo de relaxamento , o que hoje chamamos de hipnose
A mente se tornava extremamente criativa, sensível e aberta.
As pessoas conseguiam lembrar da infância, de momentos esquecidos, de dores antigas…
Era como se a mente abrisse gavetas emocionais trancadas há anos.
Muitas vezes essas gavetas que você sabe que existem… te travam e causa medos incompreensíveis
Mas, em alguns atendimentos, algo diferente começou a acontecer.
Quando o terapeuta pedia para a pessoa voltar ainda mais no tempo, ela não parava na infância.
Ela descrevia:
E o mais intrigante:
as emoções vinham acompanhadas de alívio, choro, compreensão e cura.
Alguns terapeutas começaram a se perguntar:
“E se essas memórias não forem apenas imaginação?”
Outros diziam:
“Mesmo que não sejam reais, elas estão curando algo real.”
Foi aí que nasceu o nome regressão de vidas passadas.
Para alguns, essas experiências representam lembranças de outras existências.
Para outros, são histórias simbólicas criadas pela mente, usadas para expressar emoções profundas.
No que você acredita?
O fato é que todos concordavam em algo:
quando a pessoa compreendia aquela história, algo dentro dela mudava.
A dor, o medo a angustia… Puffff Sumia!
Psicólogos como Carl Jung já diziam que a mente humana guarda imagens universais
heróis, perdas, renascimentos, escolhas
que aparecem em sonhos, mitos… e também na hipnose.
Durante a regressão de Vidas passadas, a mente usa essas imagens para contar uma história que precisa ser ouvida.
E quando essa história é entendida, o sofrimento perde força.
NÃO COMO MAGINCA, MAS COMO MUDANÇÃO
Com o tempo, terapeutas perceberam que a grande pergunta não era:
“Isso aconteceu mesmo?”
Mas sim:
“O que isso está querendo me mostrar?”
VEJA… VOCÊ SOFRE COM:
Medos,
bloqueios,
padrões repetidos,
dores sem explicação…
Você Precisa reviver essa narrativa de forma profundas.
A regressão de vidas passadas não busca provar nada.
Ela busca sentido, compreensão e transformação.
Se a história veio de outra vida…
ou se nasceu dentro da própria mente…
o mais importante é:
o impacto que ela gera no presente.
E é por isso que, até hoje, essa técnica continua despertando curiosidade, emoção e
em muitas pessoas
mudanças reais.
Texto por: TON RIBEIRO, Especialista em regressão de vidas passadas.